A atitude de Nossa Senhora durante a Paixão de Nosso Senhor constituiu uma grande consolação ­para o Homem-Deus: sua compaixão O fortalecia, suas lágrimas suavizavam-Lhe o Sagrado Coração, sua firmeza O animava a prosseguir até o fim. N’Ela via a perfeita correspondência a tudo o que havia dado à humanidade desde a Encarnação. N’Ela seu Sangue rendia frutos em plenitude. Mas, sobretudo, no Imaculado Coração de ­Maria encontrava refletida sua própria Paixão! Ambos os Corações, que formam um só, foram juntos cravados na Cruz e ali aguardavam a gloriosa Ressurreição.

Mons. João Scognamiglio Clá Dias, EP

 

Na foto em destaque: Nossa Senhora das Dores – Casa São Pedro, Mairiporã (SP)

 

Artigo anteriorAdmiração: consolo em meio às perplexidades
Próximo artigoLiturgia Diária – 2 de setembro
Artigos não assinados

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui