Liturgia Diária – 9 de março

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Terça-feira da 3ª semana da Quaresma 

Leituras da Missa

Santos em destaque

Santa Francisca Romana com o Anjo da Guarda – Basílica-Catedral de São Jorge, Ferrara (Itália)

Santa Francisca Romana, religiosa (†1440). Durante quarenta anos, esta nobre romana levou uma vida de piedade, humildade e paciência admiráveis, como esposa e mãe. Após a morte do marido, entrou na Congregação das Oblatas Olivetanas de Santa Maria Nova, por ela mesma fundada. Foi favorecida por graças e dons místicos extraordinários. Ver também: Santa Francisca Romana: discernimento e firmeza face aos demônios. 

Santa Catarina de Bolonha, virgem (†1463). Religiosa da Ordem de Santa Clara. Ilustre nas artes liberais, mas ainda mais ilustre pelos dons místicos e pelas virtudes da penitência e da humildade, foi mestra das virgens consagradas.

São Domingos Sávio (†1857). Discípulo de São João Bosco, seguiu à risca o conselho que este lhe deu para realizar seu grande sonho de ser santo: ter alegria e devoção a Nossa Senhora, empenhar-se na oração e nos estudos, fazer bem aos colegas do Oratório. Confessava-se toda semana.

São Panciano – Catedral de Barcelona (Espanha)

São Paciano, Bispo (†c. 390). Bispo de Barcelona, Espanha. Ao pregar a Fé, afirmava: “Cristão é o meu nome e Católico o meu sobrenome”.

São Bruno, Bispo e mártir (†1009). Capelão na corte do Imperador Oto III, fez-se monge camaldulense. Foi nomeado Bispo de Querfurt e morreu durante uma missão na Morávia, trucidado pelos pagãos junto com dezoito companheiros.

Santos Pedro Ch’oe Hyŏng e João Baptista Chŏn Chang-un, mártires (†1866). Pais de família coreanos que colaboravam na catequese e editavam livros cristãos, sendo por isso torturados e decapitados.

Ver todos os Santos deste dia no Martirológio Romano online

Leituras da Missa

Primeira leitura: Dn 3,25.34-43

Naqueles dias: 25Azarias, parou e, de pé, começou a rezar; abrindo a boca no meio do fogo, disse: 34‘Oh! não nos desampares nunca, nós te pedimos, por teu nome, não desfaças tua aliança 35nem retires de nós tua benevolência, por Abraão, teu amigo, por Isaac, teu servo, e por Israel, teu Santo,  36aos quais prometeste multiplicar a descendência como estrelas do céu e como areia que está na beira do mar; 37Senhor, estamos hoje reduzidos ao menor de todos os povos, somos hoje o mais humilde em toda a terra, por causa de nossos pecados; 38neste tempo estamos sem chefes, sem profetas, sem guia, não há holocausto nem sacrifício, não há oblação nem incenso, não há um lugar para oferecermos em tua presença as primícias, e encontrarmos benevolência; 39mas, de alma contrita e em espírito de humildade, sejamos acolhidos, e como nos holocaustos de carneiros e touros 40e como nos sacrifícios de milhares de cordeiros gordos, assim se efetue hoje nosso sacrifício em tua presença, e tu faças que nós te sigamos até ao fim; não se sentirá frustrado quem põe em ti sua confiança. 41De agora em diante, queremos, de todo o coração, seguir-te, temer-te, buscar tua face; 42não nos deixes confundidos, mas trata-nos segundo a tua clemência e segundo a tua imensa misericórdia; 43liberta-nos com o poder de tuas maravilhas e torna teu nome glorificado, Senhor’.

Salmo responsorial: Sl 24(25),4bc-5ab.6-7bc.8-9 (R. 6a)

R. Recordai, Senhor, a vossa compaixão!

4bMostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos,* 4ce fazei-me conhecer a vossa estrada! 5aVossa verdade me oriente e me conduza,* 5bporque sois o Deus da minha salvação. R.

6Recordai, Senhor meu Deus, vossa ternura * e a vossa compaixão que são eternas! 7bDe mim lembrai-vos, porque sois misericórdia* 7ce sois bondade sem limites, ó Senhor! R.

8O Senhor é piedade e retidão,* e reconduz ao bom caminho os pecadores. 9Ele dirige os humildes na justiça,* e aos pobres ele ensina o seu caminho. R.

Evangelho: Mt 18,21-35

Naquele tempo: 21Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: ‘Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?’ 22Jesus respondeu: ‘Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. 23Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados. 24Quando começou o acerto, trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna. 25Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida. 26O empregado, porém, caíu aos pés do patrão, e, prostrado, suplicava: Dá-me um prazo! e eu te pagarei tudo’. 27Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida. 28Ao sair dali, aquele empregado encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: `Paga o que me deves’. 29O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: `Dá-me um prazo! e eu te pagarei’. 30Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia. 31Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muito tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo. 32Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: `Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. 33Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’ 34O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida. 35É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão.’

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Redação
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