Liturgia Diária – 6 de março

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Sábado da 2ª semana da Quaresma 

Leituras da Missa

Santos em destaque

Beata Rosa de Viterbo, virgem (†1253). Religiosa da Ordem Terceira de São Francisco, que consumou precocemente em Viterbo, Itália, o breve curso da sua vida aos dezoito anos de idade.

Santa Coleta – Mosteiro de Santa Clara, Quito

Santa Coleta Boylet, virgem (†1447). Religiosa clarissa que reconduziu muitos mosteiros de sua ordem à perfeita observância da regra. Faleceu em Gante, Bélgica.

São Julião, Bispo (†690). Reuniu três Concílios em Toledo, Espanha. Expôs em seus escritos a verdadeira doutrina, dando mostras de caridade e zelo pelas almas.

São Crodegando, Bispo (†766). Dispôs que o clero da Diocese de Metz levasse observância claustral e seguisse uma irrepreensível regra de vida. Promoveu notavelmente o canto litúrgico.

Santo Olegário, Bispo (†1137). Religioso agostiniano, Bispo de Barcelona e Arcebispo de Tarragona, Espanha. Trabalhou na restauração da disciplina canônica e reorganização da arquidiocese.

São Fridolino, abade (†séc. VIII). Oriundo da Irlanda, peregrinou através da Gália e chegou a Säckingen, Alemanha, onde fundou dois mosteiros em honra de Santo Hilário.

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Leituras da Missa

Primeira leitura: Mq 7,14-15.18-20 

14Apascenta o teu povo com o cajado da autoridade, o rebanho de tua propriedade, os habitantes dispersos pela mata e pelos campos cultivados; 15E, como foi nos dias em que nos fizeste sair do Egito, faze-nos ver novos prodígios. 18Qual Deus existe, como tu, que apagas a iniqüidade e esqueces o pecado daqueles que são resto de tua propriedade? – Ele não guarda rancor para sempre, o que ama é a misericórdia. 19Voltará a compadecer-se de nós, esquecerá nossas iniqüidades e lançará ao fundo do mar todos os nossos pecados. 20Tu manterás fidelidade a Jacó e terás compaixão de Abraão, como juraste a nossos pais, desde tempos remotos.

Salmo responsorial: Sl 102(103),1-2.3-4.9-10.11-12 (R.8a)

R. O Senhor é indulgente e favorável.

1Bendize, ó minha alma, ao Senhor, * e todo o meu ser, seu santo nome! 2Bendize, ó minha alma, ao Senhor, * não te esqueças de nenhum de seus favores! R.

3Pois ele te perdoa toda culpa, * e cura toda a tua enfermidade; 4da sepultura ele salva a tua vida * e te cerca de carinho e compaixão; R.

9Não fica sempre repetindo as suas queixas, * nem guarda eternamente o seu rancor. 10Não nos trata como exigem nossas faltas, * nem nos pune em proporção às nossas culpas. R.

11Quanto os céus por sobre a terra se elevam, * tanto é grande o seu amor aos que o temem; 12quanto dista o nascente do poente, * tanto afasta para longe nossos crimes. R.

Evangelho: Lc 15,1-3.11-32

Naquele tempo: 1Os publicanos e pecadores aproximavam-se de Jesus para o escutar. 2Os fariseus, porém, e os mestres da Lei criticavam Jesus. ‘Este homem acolhe os pecadores e faz refeição com eles.’ 3Então Jesus contou-lhes esta parábola: 11‘Um homem tinha dois filhos. 12O filho mais novo disse ao pai: ‘Pai, dá-me a parte da herança que me cabe’. E o pai dividiu os bens entre eles. 13Poucos dias depois, o filho mais novo juntou o que era seu e partiu para um lugar distante. E ali esbanjou tudo numa vida desenfreada. 14Quando tinha gasto tudo o que possuía, houve uma grande fome naquela região, e ele começou a passar necessidade. 15Então foi pedir trabalho a um homem do lugar, que o mandou para seu campo cuidar dos porcos. 16O rapaz queria matar a fome com a comida que os porcos comiam, mas nem isto lhe davam. 17Então caiu em si e disse: ‘Quantos empregados do meu pai têm pão com fartura, e eu aqui, morrendo de fome. 18Vou-me embora, vou voltar para meu pai e dizer-lhe: `Pai, pequei contra Deus e contra ti; 19já não mereço ser chamado teu filho. Trata-me como a um dos teus empregados’. 20Então ele partiu e voltou para seu pai. Quando ainda estava longe, seu pai o avistou e sentiu compaixão. Correu-lhe ao encontro, abraçou-o, e cobriu-o de beijos. 21O filho, então, lhe disse: ‘Pai, pequei contra Deus e contra ti. Já não mereço ser chamado teu filho’. 22Mas o pai disse aos empregados: `Trazei depressa a melhor única para vestir meu filho. E colocai um anel no seu dedo e sandálias nos pés. 23Trazei um novilho gordo e matai-o. Vamos fazer um banquete. 24Porque este meu filho estava morto e tornou a viver; estava perdido e foi encontrado’. E começaram a festa. 25O filho mais velho estava no campo. Ao voltar, já perto de casa, ouviu música e barulho de dança. 26Então chamou um dos criados e perguntou o que estava acontecendo. 27O criado respondeu: `É teu irmão que voltou. Teu pai matou o novilho gordo, porque o recuperou com saúde’. 28Mas ele ficou com raiva e não queria entrar. O pai, saindo, insistia com ele. 29Ele, porém, respondeu ao pai: `Eu trabalho para ti há tantos anos, jamais desobedeci a qualquer ordem tua. E tu nunca me deste um cabrito para eu festejar com meus amigos. 30Quando chegou esse teu filho, que esbanjou teus bens com prostitutas, matas para ele o novilho cevado’. 31Então o pai lhe disse: `Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu. 32Mas era preciso festejar e alegrar-nos, porque este teu irmão estava morto e tornou a viver; estava perdido, e foi encontrado’.’

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Redação
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