Liturgia Diária – 4 de março

0
216

Quinta-feira da 2ª semana da Quaresma 

Leituras da Missa

Santos em destaque

São Casimiro, rei de Polónia – Igreja de São Floriano, Cracóvia (Polónia)

São Casimiro (†1484). Patrono da Polônia e da Lituânia, filho do rei Casimiro IV da Polônia. Morreu aos 25 anos, depois de ter levado uma vida de grande piedade e austeridade, inclusive renunciando ao matrimônio para melhor servir a Deus e socorrer os pobres.

São Basino, Bispo (†705). Fez-se monge no cenóbio beneditino de São Maximino de Tréveris, Alemanha, do qual foi eleito abade. Mais tarde foi nomeado Bispo dessa cidade.

São João Antônio Farina, Bispo (†1888). Grande pastor e educador. Fundou o Instituto das Irmãs Mestras de Santa Doroteia Filhas dos Sagrados Corações, em Vicenza, Itália, para a formação de meninas pobres.

São Pedro, abade (†1123). Monge beneditino que foi eleito Bispo de Policastro. Cansado do estrépito da vida mundana, retornou ao seu mosteiro onde, como abade, renovou a disciplina religiosa.

Beato Zoltan Lajos Meszlényi, Bispo e mártir (†1951). Bispo Auxiliar de Esztergom, Hungria, deportado ao campo de concentração de Kistarcsa, onde faleceu após oito meses de indizíveis tormentos.

Beato Roberto Spiske, presbítero (†1888). Sacerdote diocesano, fundou em Wroclaw, Polônia, a Congregação das Irmãs de Santa Edwiges.

Beato Humberto de Saboia, monge (†1188). Constrangido a abandonar o claustro para se ocupar dos assuntos públicos, logo retornou à vida monástica com maior empenho.

Beata Plácida Viel, virgem (†1877). Religiosa da Congregação das Escolas Cristãs da Misericórdia, sucedeu Santa Maria Madalena Postel no cargo de Superiora-Geral.

Beata Maria Luísa de Lamoignon, viúva (†1825). Após seu marido ser guilhotinado, fundou em Vannes, França, a Ordem das Irmãs da Caridade de São Luís.

Ver todos os Santos deste dia no Martirológio Romano online

Leituras da Missa

Primeira leitura: Jr 17,5-10

5Isto diz o Senhor: ‘Maldito o homem que confia no homem e faz consistir sua força na carne humana, enquanto o seu coração se afasta do Senhor; 6como os cardos no deserto, ele não vê chegar a floração, prefere vegetar na secura do ermo, em região salobra e desabitada. 7Bendito o homem que confia no Senhor, cuja esperança é o Senhor; 8é como a árvore plantada junto às águas, que estende as raízes em busca de umidade, por isso não teme a chegada do calor: sua folhagem mantém-se verde, não sofre míngua em tempo de seca e nunca deixa de dar frutos.9Em tudo é enganador o coração, e isto é incurável;
quem poderá conhecê-lo? 10Eu sou o Senhor, que perscruto o coração e provo os sentimentos, que dou a cada qual conforme o seu proceder e conforme o fruto de suas obras.

Salmo responsorial: Sl 1,1-2.3.4 e 6 (R. Sl 39(40), 5a)

R.É feliz quem a Deus se confia!

1Feliz é todo aquele que não anda* conforme os conselhos dos perversos; que não entra no caminho dos malvados,* nem junto aos zombadores vai sentar-se; 2mas encontra seu prazer na lei de Deus* e a medita, dia e noite, sem cessar. R.

3Eis que ele é semelhante a uma árvore,* que à beira da torrente está plantada; ela sempre dá seus frutos a seu tempo, e jamais as suas folhas vão murchar.* Eis que tudo o que ele faz vai prosperar. R.

4Mas bem outra é a sorte dos perversos. Ao contrário, são iguais à palha seca* espalhada e dispersada pelo vento. 6Pois Deus vigia o caminho dos eleitos,* mas a estrada dos malvados leva à morte. R.

Evangelho: Lc 16,19-31

Naquele tempo, Jesus disse aos fariseus: 19‘Havia um homem rico, que se vestia com roupas finas e elegantes e fazia festas esplêndidas todos os dias. 20Um pobre, chamado Lázaro, cheio de feridas, estava no chão à porta do rico. 21Ele queria matar a fome com as sobras que caíam da mesa do rico. E, além disso, vinham os cachorros lamber suas feridas. 22Quando o pobre morreu, os anjos levaram-no para junto de Abraão. Morreu também o rico e foi enterrado. 23Na região dos mortos, no meio dos tormentos, o rico levantou os olhos e viu de longe a Abraão, com Lázaro ao seu lado. 24Então gritou: ‘Pai Abraão, tem piedade de mim! Manda Lázaro molhar a ponta do dedo para me refrescar a língua, porque sofro muito nestas chamas’. 25Mas Abraão respondeu: ‘Filho, lembra-te que tu recebeste teus bens durante a vida e Lázaro, por sua vez, os males. Agora, porém, ele encontra aqui consolo e tu és atormentado. 26E, além disso, há um grande abismo entre nós: por mais que alguém desejasse, não poderia passar daqui para junto de vós, e nem os daí poderiam atravessar até nós’. 27O rico insistiu: ‘Pai, eu te suplico, manda Lázaro à casa do meu pai, 28porque eu tenho cinco irmãos. Manda preveni-los, para que não venham também eles para este lugar de tormento’. 29Mas Abraão respondeu: ‘Eles têm Moisés e os Profetas, que os escutem!’ 30O rico insistiu: ‘Não, Pai Abraão, mas se um dos mortos for até eles, certamente vão se converter’.31Mas Abraão lhe disse: `Se não escutam a Moisés, nem aos Profetas, eles não acreditarão, mesmo que alguém ressuscite dos mortos’.’

Artigo anteriorLiturgia Diária – 3 de março
Próximo artigoLiturgia Diária – 5 de março
Redação
Artigos não assinados

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui