Liturgia Diária – 13 de fevereiro

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Sábado da 5ª semana do Tempo Comum

Leituras da Missa

Santos em destaque

Beata Cristina de Spoleto – Igreja de Santo Agustinho, Antequera (Espanha)

Beata Cristina Cammózzi ou Agostinha Cammózzi, viúva (†1458). Após a morte do marido, cedeu por algum tempo à concupiscência da carne, mas depois ingressou na Ordem Secular Agostiniana, em Spoleto, Itália, onde levou uma vida penitente.

São Cástor, presbítero e eremita († séc. IV). Após algum tempo de estudos em Tréveris, Alemanha, na escola de São Maximino, recolheu-se a uma vida solitária nas margens do Rio Mosela.

São Benigno de Todi, sacerdote e mártir (†séc. IV). Martirizado durante a última perseguição contra os cristãos, no tempo de Diocleciano e Maximiano.

São Paulo Lieou Han, presbítero e mártir (†1818). Preso quando celebrava a Missa da Assunção. Como não podia pagar a quantia exigida para ser libertado, levaram-no à presença do Mandarim ante o qual confessou a fé e recebeu a sentença de morte.

São Martiniano, eremita (†c. 398). Viveu solitário nas regiões escarpadas próximas a Cesareia, na Palestina.

São Paulo Lê-Văn-Lôc, presbítero e mártir (†1859). Decapitado às portas da cidade vietnamita de Thi-Nghè durante o reinado do Imperador Tu Ðúc.

Beato Jordão de Saxônia, presbítero (†1237). Primeiro sucessor de São Domingos à frente da Ordem dos Pregadores, que propagou com grandíssimo empenho, morreu em um naufrágio perto de Acre, na Palestina.

Beata Eustóquio Bellini (†1469). Virgem da Ordem Beneditina em Pádua. Deus permitiu que ela fosse atormentada pelo demônio durante toda a sua vida. Teve uma ardente devoção à Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo.

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Leituras da Missa

Primeira leitura: Gn 3,9-24

9O Senhor Deus chamou Adão, dizendo: “Onde estás?” 10E ele respondeu: “Ouvi tua voz no jardim e fiquei com medo, porque estava nu; e me escondi”. 11Disse-lhe o Senhor Deus: “E quem te disse que estavas nu? Então comeste da árvore de cujo fruto te proibi comer?”12Adão disse: “A mulher que tu me deste por companheira, foi ela que me deu do fruto da árvore, e eu comi”. 13Disse o Senhor Deus à mulher: “Por que fizeste isso?” E a mulher respondeu: “A serpente enganou-me e eu comi”. 14Então o Senhor Deus disse à serpente: “Porque fizeste isso, serás maldita entre todos os animais domésticos e todos os animais selvagens! Rastejarás sobre o ventre e comerás pó todos os dias da tua vida! 15Porei inimizade entre ti e a mulher, entre a tua descendência e a dela. Esta te ferirá a cabeça e tu lhe ferirás o calcanhar”. 16À mulher ele disse: “Multiplicarei os sofrimentos da tua gravidez: entre dores darás à luz os filhos; teus desejos te arrastarão para o teu marido, e ele te dominará”. 17E disse em seguida a Adão: “Porque ouviste a voz da tua mulher e comeste da árvore de cujo fruto te proibi comer, amaldiçoado será o solo por tua causa! Com sofrimento tirarás dele o alimento todos os dias da tua vida. 18Ele produzirá para ti espinhos e cardos, e comerás as ervas da terra; 19comerás o pão com o suor do teu rosto até voltares à terra de que foste tirado, porque és pó e ao pó hás de voltar”. 20E Adão chamou à sua mulher “Eva”, porque ela é a mãe de todos os viventes. 21Então o Senhor Deus fez para Adão e sua mulher túnicas de pele e os vestiu. 22Disse, depois, o Senhor Deus: “Eis que o homem se tornou como um de nós, capaz de conhecer o bem e o mal. Não aconteça, agora, que ele estenda a mão também à árvore da vida para comer dela e viver para sempre!” 23E o Senhor Deus o expulsou do jardim de Éden, para que ele cultivasse a terra donde fora tirado. 24Expulsou o homem e colocou a oriente do jardim de Éden os querubins e a espada lampejante de chamas, para guardar o caminho da árvore da vida.

Salmo responsorial:  Sl 89(90),2.3-4.5-6.12-13 (R.1)

R. Ó Senhor, vós fostes sempre um refúgio para nós.

2Já bem antes que as montanhas fossem feitas+ ou a terra e o mundo se formassem,* desde sempre e para sempre vós sois Deus. R.

3Vós fazeis voltar ao pó todo mortal,* quando dizeis: ‘Voltai ao pó, filhos de Adão!’ 4Pois mil anos para vós são como ontem,* qual vigília de uma noite que passou. R.

5Eles passam como o sono da manhã,* 6são iguais à erva verde pelos campos: De manhã ela floresce vicejante,* mas à tarde é cortada e logo seca. R.

12Ensinai-nos a contar os nossos dias,* e dai ao nosso coração sabedoria! 13Senhor, voltai-vos! Até quando tardareis? Tende piedade e compaixão de vossos servos! R.

Evangelho: Mc 8,1-10

1Naqueles dias, havia de novo uma grande multidão e não tinha o que comer. Jesus chamou os discípulos e disse: 2“Tenho compaixão dessa multidão, porque já faz três dias que está comigo e não tem nada para comer. 3Se eu os mandar para casa sem comer, vão desmaiar pelo caminho, porque muitos deles vieram de longe”. 4Os discípulos disseram: “Como poderia alguém saciá-los de pão aqui no deserto?” 5Jesus perguntou-lhes: “Quantos pães tendes?” Eles responderam: “Sete”. 6Jesus mandou que a multidão se sentasse no chão. Depois, pegou os sete pães e deu graças, partiu-os e ia dando aos seus discípulos, para que os distribuíssem. E eles os distribuíam ao povo. 7Tinham também alguns peixinhos. Depois de pronunciar a bênção sobre eles, mandou que os distribuíssem também. 8Comeram e ficaram satisfeitos, e recolheram sete cestos com os pedaços que sobraram. 9Eram quatro mil, mais ou menos. E Jesus os despediu. 10Subindo logo na barca com seus discípulos, Jesus foi para a região de Dalmanuta.

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