Liturgia Diária – 4 de outubro

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Memória de São Francisco de Assis

São Francisco de Assis, (†1226). Filho de um rico comerciante de Assis, na sua juventude participou das guerras que então assolavam as cidades italianas, quando por três vezes ouviu a voz de Nosso Senhor Crucificado convidando-o a amparar sua Igreja que estava caindo. Fundou a Ordem dos Frades Menores e, com Santa Clara, a Ordem das Clarissas.

Leituras da Missa

Outros santos em destaque

São Petrônio de Bolonha, Bispo (†cerca de 450). Renunciou ao cargo que exercia no Império Romano e se consagrou ao serviço da Igreja.

Beato Francisco Xavier Seelos, presbítero (†1867). Religioso redentorista de origem bávara, enviado em missão para os Estados Unidos, dedicou-se a dar assistência aos meninos e jovens, e aos imigrantes de língua alemã.

Santa Áurea de Paris, abadessa (†cerca de 856). Superiora do Mosteiro de São Marcial, em Paris, onde viviam cerca de 300 virgens sob a Regra de São Columbano.

Beato José Canet Giner, presbítero e mártir (†1936). Jovem pároco da arquidiocese de Valência fuzilado quando tinha apenas trinta e três anos em Gandia, Espanha.

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Leituras da Missa

Primeira leitura: Jn 1,1-2,1.11

1A palavra do Senhor foi dirigida a Jonas, filho de Amati, e dizia: 2“Levanta-te e põe-te a caminho da grande cidade de Nínive, e anuncia-lhe que sua perversidade subiu até a minha presença”. 3Jonas pôs-se a caminho a fim de fugir para Társis, longe da presença do Senhor; desceu a Jope e encontrou um navio com destino a Társis, adquiriu passagem e embarcou com os outros passageiros para essa cidade, para longe da presença do Senhor. 4Mas o Senhor mandou um vento violento sobre o mar, levantando uma grande tempestade, que ameaçava destruir o navio. 5Tomados de pavor, os marinheiros começaram a gritar, cada qual a seu deus, e a lançar ao mar a carga do navio para o aliviar. Jonas havia descido ao porão do navio, deitara-se e dormia a sono solto. 6O chefe do navio foi vê-lo e disse: “Como! Tu dormes? Levanta-te e reza ao teu deus; talvez ele se lembre de nós, e não morreremos”. 7Disseram entre si os marinheiros: “Vamos tirar a sorte, para saber por que nos acontece esta desgraça”. Lançaram a sorte, e esta caiu sobre Jonas. 8Disseram-lhe: “Explica-nos, por culpa de quem nos acontece esta desgraça? Qual é a tua ocupação e donde vens? Qual é a tua terra, de que povo és?” 9Ele respondeu: “Eu sou hebreu e temo o Senhor, Deus do céu, que fez o mar e a terra firme”. 10Aqueles homens ficaram possuídos de grande medo e disseram: “Como é que fizeste tal coisa?” Pelas palavras dele, acabavam de saber que estava fugindo da presença do Senhor. 11Disseram então: “Que faremos contigo, para acalmar o mar?” Pois o mar enfurecia-se cada vez mais. 12Respondeu Jonas: “Pegai-me e lançai-me ao mar, e o mar vos deixará em paz: eu sei que, por minha culpa, se desencadeou sobre vós esta grande borrasca”. 13Os marinheiros, à força de remar, tentavam voltar à terra, mas em vão, porque o mar cada vez mais se encapelava contra eles. 14Então invocaram o Senhor e rezaram: “Suplicamos-te, Senhor, não nos deixes morrer em paga pela vida deste homem, não faças cair sobre nós este sangue inocente; fizeste, Senhor, valer tua vontade”. 15Então, pegaram Jonas e atiraram-no ao mar; e cessou a fúria do mar. 16Invadiu esses homens um grande temor do Senhor, ofereceram-lhe sacrifícios e fizeram-lhe votos. 2,1Determinou o Senhor que um grande peixe viesse engolir Jonas; e ele ficou três dias no ventre do peixe. 11Então o Senhor fez o peixe vomitar Jonas na praia.

Salmo responsorial: Jn 2,2.3.4.5.8 (R. 7c)
R. Retirastes minha vida do sepulcro, ó Senhor!

2Do fundo do abismo, do ventre do peixe, +Jonas rezou ao Senhor, o seu Deus, *a seguinte oração. R.

3Na minha angústia clamei por socorro, +pedi vossa ajuda do mundo dos mortos *e vós me atendeste. R.

4Senhor, me lançastes no seio dos mares, +cercou-me a torrente vossas ondas passaram *com furor sobre mim. R.

5Então, eu pensei: eu fui afastado +para longe de vós; nunca mais hei de ver *vosso Templo sagrado. R.

8E quando minhas forças em mim acabavam, +do Senhor me lembrei, chegando até vós *a minha oração. R.

Evangelho: Lc 10, 25-37

Naquele tempo, 25um mestre da Lei se levantou e, querendo pôr Jesus em dificuldade, perguntou: “Mestre, que devo fazer para receber em herança a vida eterna?” 26Jesus lhe disse: “O que está escrito na Lei? Como lês?” 27Ele então respondeu: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração e com toda a tua alma, com toda a tua força e com toda a tua inteligência; e ao teu próximo como a ti mesmo!” 28Jesus lhe disse: “Tu respondeste corretamente. Faze isso e viverás”. 29Ele, porém, querendo justificar-se, disse a Jesus: “E quem é o meu próximo?” 30Jesus respondeu: “Certo homem descia de Jerusalém para Jericó e caiu nas mãos de assaltantes. Estes arrancaram-lhe tudo, espancaram-no e foram-se embora, deixando-o quase morto. 31Por acaso, um sacerdote estava descendo por aquele caminho. Quando viu o homem, seguiu adiante, pelo outro lado. 32O mesmo aconteceu com um levita: chegou ao lugar, viu o homem e seguiu adiante, pelo outro lado. 33Mas um samaritano, que estava viajando, chegou perto dele, viu e sentiu compaixão. 34Aproximou-se dele e fez curativos, derramando óleo e vinho nas feridas. Depois colocou o homem em seu próprio animal e levou-o a uma pensão, onde cuidou dele. 35No dia seguinte, pegou duas moedas de prata e entregou-as ao dono da pensão, recomendando: ‘Toma conta dele! Quando eu voltar, vou pagar o que tiveres gasto a mais’. E Jesus perguntou: 36“Na tua opinião, qual dos três foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?” 37Ele respondeu: “Aquele que usou de misericórdia para com ele”. Então Jesus lhe disse: “Vai e faze a mesma coisa”.

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