Liturgia Diária – 26 de novembro

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Sexta-feira da 34ª semana do Tempo Comum

Leituras da Missa

Santos em destaque

São Leonardo de Porto Maurício – Museu dos Descalços, Lima

São Leonardo de Porto Maurício, presbítero (†1751). Sacerdote franciscano, empregou sua vida na pregação e na edição de livros de piedade. Participou de mais de trezentas missões na Itália. Ver: Quais são os que se salvam? e Suplico-vos que mudeis de vida.

São Sirício, Papa (†399). Santo Ambrósio o louva como verdadeiro mestre porque tomou sobre si a responsabilidade por todos os Bispos, os instruiu com os ensinamentos dos Santos Padres e os confirmou com sua autoridade apostólica.

São Conrado, Bispo (†975). Bispo de Constança, Alemanha. Exímio pastor de sua grei, distribuiu com largueza seus bens em favor da Igreja e dos pobres.

São Silvestre Gozzolíni, abade (†1267). Ordenado sacerdote, exerceu inicialmente seu ministério na Catedral de Osimo (Itália), sua cidade natal. Presenciando a abertura do sepulcro de um parente, compreendeu toda a vaidade do mundo e passou a levar vida eremítica numa gruta, onde pouco depois outros jovens uniram-se a ele. Fundou vários mosteiros sob a Regra de São Bento, reconhecidos posteriormente como Congregação dos Silvestrinos.

São Nicão, monge (†998). Evangelizou a ilha de Creta, recém libertada do domínio sarraceno. Pregou depois na Grécia, onde faleceu num mosteiro fundado por ele, em Esparta.

Beatos Hugo Taylor, sacerdote, e Marmaduke Bowes, mártires (†1585). Executados durante o reinado de Isabel I da Inglaterra.

Beato Tiago Alberione, presbítero (†1971). Fundador da Pia Sociedade de São Paulo (Irmãos Paulinos, o primeiro dos dez ramos da Família Paulina), empenhou-se em usar os meios de comunicação social como instrumento de evangelização.

Santo Humilde Pirozzo, religioso (†1637). Frade franciscano do mosteiro da Calábria. Os Papas Gregório XV e Urbano VIII o consultaram sobre graves assuntos da Igreja.

Beata Caetana Stérni (†1889). Enviuvou-se muito jovem e fundou a Congregação das Irmãs da Divina Vontade, para assistência aos pobres e enfermos.

Beata Delfina (†1358-60). Esposa de Santo Elzear de Sabran, Duque de Ariano (no Reino de Nápoles). Decidiram ambos viver em virgindade, como meio de alcançar a perfeição. Entrando na Ordem Terceira de São Francisco, dedicaram-se às obras de misericórdia.

Ver todos os Santos deste dia no Martirológio Romano online

Leituras da Missa

Primeira leitura: Dn 7, 2-14

Eu, Daniel, 2‘Tive uma visão durante a noite; eis que os quatro ventos do céu revolviam o vasto mar, 3e quatro grandes animais, diferentes uns dos outros, emergiam do mar. 4O primeiro era semelhante a um leão, e tinha asas de águia; ainda estava olhando, quando lhe foram arrancadas as asas; ele foi erguido da terra e posto de pé como um homem, e foi-lhe dado um coração de homem. 5Eis que surgiu outro animal, o segundo, semelhante a um urso, que estava erguido pela metade e tinha três costelas nas fauces entre os dentes; ouvia-se dizer: ‘Vamos, come mais carne.`6Continuei a olhar, e eis que assomou outro animal, semelhante a um leopardo; tinha no dorso quatro asas de ave,e havia no animal quatro cabeças. E foi-lhe dado poder. 7Depois, eu insistia em minha visão noturna, e eis que apareceu o quarto animal, terrível, estranho e extremamente forte; com suas dentuças de ferro, tudo devorava e triturava, calcando aos pés o que sobrava; era bem diferente dos outros animais que eu vi antes, e tinha dez chifres. 8Eu observava estes chifres, e eis que apontou entre eles outro chifre pequeno, e, em compensação, foram arrancados três dos primeiros chifres; e eis que neste chifre pequeno havia uns olhos como olhos de homem e uma boca que fazia ouvir uma fala muito forte. 9Eu continuava olhando até que foram colocados uns tronos, e um Ancião de muitos dias aí tomou lugar. Sua veste era branca como neve e os cabelos da cabeça, como ló pura; seu trono eram chamas de fogo, e as rodas do trono, como fogo em brasa. 10Derramava-se aí um rio de fogo que nascia diante dele; serviam-no milhares de milhares, e milhões de milhões assistiam-no ao trono; foi instalado o tribunal e os livros foram abertos. 11Eu estava olhando para o lado das palavras fortes que o mencionado chifre fazia ouvir, quando percebi que o animal tinha sido morto, e vi que seu corpo fora feito em pedaços e tinha sido entregue ao fogo para queimar; 12percebi também que aos restantes animais foi-lhes tirado o poder, sendo-lhes prolongada a vida por certo tempo. 13Continuei insistindo na visão noturna, e eis que, entre as nuvens do céu, vinha um como filho de homem, aproximando-se do Ancião de muitos dias, e foi conduzido à sua presença. 14Foram-lhe dados poder, glória e realeza, e todos os povos, nações e línguas o serviam: seu poder é um poder eterno que não lhe será tirado, e seu reino, um reino que não se dissolverá.

Salmo responsorial: Cânt.: Dn. 3,75-77.78-79.80-81 (R. 59b)

R. Louvai-o e exaltai-o, pelos séculos sem fim!

75Montes e colinas, bendizei o Senhor! R.

76Plantas da terra, bendizei o Senhor! R.

77Mares e rios, bendizei o Senhor! R.

78Fontes e nascentes, bendizei o Senhor! R.

79Baleias e peixes, bendizei o Senhor! R.

80Pássaros do céu, bendizei o Senhor! R.

81Feras e rebanhos, bendizei o Senhor! R.

Evangelho: Lc 21, 29-33

Naquele tempo: 29Jesus contou-lhes uma parábola: ‘Olhai a figueira e todas as árvores. 30Quando vedes que elas estão dando brotos, logo sabeis que o verão está perto. 31Vós também, quando virdes acontecer essas coisas, ficai sabendo que o Reino de Deus está perto. 32Em verdade, eu vos digo: tudo isso vai acontecer antes que passe esta geração. 33O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar.

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