Dia 18 de novembro

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Quarta-feira da 33ª semana do Tempo Comum

Dedicação das Basílicas de São Pedro e São Paulo. Memória facultativa. A primeira foi edificada por Constantino na colina do Vaticano, sobre o sepulcro de São Pedro, e a segunda foi construída na via Ostiense, sobre o túmulo de São Paulo. A dedicação dessas duas basílicas foi inscrita no calendário romano por São Pio V em 1568.

Leituras da Missa

Santos em destaque

Santo Odon de Cluny (Odão), abade (†942). Segundo abade de Cluny, restaurou a disciplina monástica em numerosos mosteiros da França e da Itália.

São Romano, mártir (†303). Diácono de Cesaréia que, ao ver os cristãos de Antioquia encaminhando-se para sacrificar aos ídolos, incitou-os em alta voz a permanecerem firmes na Fé. Foi preso e, após cruéis torturas, estrangulado no cárcere.

Santa Filipa Duchesne, virgem (†1852). Religiosa francesa das Irmãs do Sagrado Coração de Jesus,
partiu em missão para os Estados Unidos e ali exerceu intenso apostolado e fundou várias escolas.

Beato Grimoaldo da Purificação Santamaría, religioso (†1902). Irmão passionista atingido por uma
grave doença quando se preparava para o sacerdócio. Morreu santamente aos 18 anos de idade em Ceccano, Itália.

Beata Carolina Koska, virgem e mártir (†1914). Jovem catequista da paróquia de Zabawa, Polônia. Morreu aos 16 anos, durante a Primeira Guerra Mundial, resistindo a um soldado que atentava contra sua castidade.

Ver todos os Santos deste dia no Martirológio Romano online

Leituras da Missa

Primeira leitura: Ap 4,1-11

Eu, João, 1vi uma porta aberta no céu, e a voz que antes eu tinha ouvido falar-me como trombeta disse: “Sobe até aqui, para que eu te mostre as coisas que devem acontecer depois destas”. 2Imediatamente, o Espírito tomou conta de mim. Havia no céu um trono e, no trono, alguém sentado. 3Aquele que estava sentado parecia uma pedra de jaspe e cornalina; um arco-íris envolvia o trono com reflexos de esmeralda. 4Ao redor do trono havia outros vinte e quatro tronos; neles estavam sentados vinte e quatro anciãos, todos eles vestidos de branco e com coroas de ouro nas cabeças. 5Do trono saíam relâmpagos, vozes e trovões. Diante do trono estavam acesas sete lâmpadas de fogo, que são os sete espíritos de Deus. 6Na frente do trono havia como que um mar de vidro cristalino. No meio, em redor do trono, estavam quatro seres vivos, cheios de olhos pela frente e por detrás. 7O primeiro ser vivo parecia um leão; o segundo parecia um touro; o terceiro tinha rosto de homem; o quarto parecia uma águia em pleno voo. 8Cada um dos quatro seres vivos tinha seis asas, cobertas de olhos ao redor e por dentro. Dia e noite, sem parar, eles proclamavam: “Santo! Santo! Santo! Senhor Deus todo-poderoso! Aquele que é, que era e que vem!” 9Os seres vivos davam glória, honra e ação de graças ao que estava no trono e que vive para sempre. 10E cada vez que os seres vivos faziam isso, os vinte e quatro anciãos se prostravam diante daquele que estava sentado no trono, para adorar o que vive para sempre. Colocavam suas coroas diante do trono de Deus e diziam: 11“Senhor, nosso Deus, tu és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque tu criaste todas as coisas. Pela tua vontade é que elas existem e foram criadas”.

Salmo responsorial:  Sl 150, 1-2.3-4.5-6 (R/. Ap 4,8b)

R. Santo, santo, santo, Senhor Deus onipotente!

1.Louvai o Senhor Deus no santuário, louvai-o no alto céu de seu poder! 2.Louvai-o por seus feitos grandiosos, louvai-o em sua grandeza majestosa! R.

3.Louvai-o com o toque da trombeta, louvai-o com a harpa e com a cítara! 4.Louvai-o com a dança e o tambor, louvai-o com as cordas e as flautas! R.

5.Louvai-o com os címbalos sonoros, louvai-o com os címbalos de júbilo! 6.Louve a Deus tudo o que vive e que respira, tudo cante os louvores do Senhor! R.

Evangelho: Lc 19, 11-28

Naquele tempo, 11Jesus acrescentou uma parábola, porque estava perto de Jerusalém e eles pensavam que o Reino de Deus ia chegar logo. 12Então Jesus disse: “Um homem nobre partiu para um país distante a fim de ser coroado rei e depois voltar. 13Chamou então dez dos seus empregados, entregou cem moedas de prata a cada um e disse: ‘Procurai negociar até que eu volte’. 14Seus concidadãos, porém, o odiavam e enviaram uma embaixada atrás dele, dizendo: ‘Nós não queremos que esse homem reine sobre nós’. 15Mas o homem foi coroado rei e voltou. Mandou chamar os empregados aos quais havia dado o dinheiro, a fim de saber quanto cada um havia lucrado. 16O primeiro chegou e disse: ‘Senhor, as cem moedas renderam dez vezes mais’. 17O homem disse: ‘Muito bem, servo bom. Como foste fiel em coisas pequenas, recebe o governo de dez cidades’. 18O segundo chegou e disse: ‘Senhor, as cem moedas renderam cinco vezes mais’. 19O homem disse também a este: ‘Recebe tu também o governo de cinco cidades’. 20Chegou o outro empregado e disse: ‘Senhor, aqui estão as tuas cem moedas, que guardei num lenço, 21pois eu tinha medo de ti, porque és um homem severo. Recebes o que não deste e colhes o que não semeaste’. 22O homem disse: ‘Servo mau, eu te julgo pela tua própria boca. Tu sabias que eu sou um homem severo, que recebo o que não dei e colho o que não semeei. 23Então, por que tu não depositaste meu dinheiro no banco? Ao chegar, eu o retiraria com juros’. 24Depois disse aos que estavam aí presentes: ‘Tirai dele as cem moedas e dai-as àquele que tem mil’. 25Os presentes disseram: ‘Senhor, esse já tem mil moedas!’ 26Ele respondeu: ‘Eu vos digo, a todo aquele que já possui será dado mais ainda; mas àquele que nada tem será tirado até mesmo o que tem. 27E quanto a esses inimigos, que não queriam que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e matai-os na minha frente’”. 28Jesus caminhava à frente dos discípulos, subindo para Jerusalém.

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