Liturgia Diária – 17 de novembro

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Santa Isabel de Hungría – Igreja de Nossa Senhora da Glória, Juiz de Fora (MG)

Memória de Santa Isabel da Hungria

Santa Isabel da Hungria, religiosa (†1231). Filha do rei da Hungria, casou-se com Luis IV da Turíngia de quem teve três filhos. Após a morte do marido, deixou o castelo para levar uma extraordinária vida de caridade. Morreu aos 24 anos atendendo os doentes no hospital de Marburgo, fundado e mantido por ela. Ver também: Filha de Rei e mãe dos pobres.

Leituras da Missa

Outros santos em destaque

Santa Hilda (ou Ilda), abadessa (†680). Filha de uma princesa da Inglaterra, abandonou o mundo para pôr-se ao serviço de Deus. Exerceu com dedicação o cargo de abadessa do mosteiro de Whitby, Inglaterra.

Santo Hugo, abade (†séc.XII). Discípulo de São Bernardo de Claraval, enviado a fundar os mosteiros cistercienses na Itália.

Santos Jordão Ansalone e Tomás Rokuzayemon Nishi, presbíteros e mártires (†1634). Sacerdotes dominicanos martirizados em Nagasaki, Japão.

São Lázaro de Constantinopla, monge (†cerca de 867). Nascido na Armênia, fez-se monge em Constantinopla. Grande pintor de imagens sagradas.

Beato Josafat Kocylovskyj, Bispo e mártir (†1947). Religioso basiliano eleito Bispo de Przemysl, Polônia. Preso pelas autoridade soviéticas, faleceu num campo de trabalho na região de Kiew, Ucrânia.

Beato Lupo Sebastião Hunot, presbítero e mártir (†1794). Foi encarcerado no navio-prisão do porto de Rochefort, onde, após muitos sofrimentos, completou seu martírio.

Beata Salomé de Cracóvia, abadessa (†1268). Nobre polonesa casada com o rei da Hungria. Após a morte do esposo, fez-se religiosa clarissa e desempenhou santamente o cargo de abadessa.

Ver todos os Santos deste dia no Martirológio Romano online

Leituras da Missa

Primeira leitura: 2Mc 6,18-31

Naqueles dias: 1Aconteceu que foram presos sete irmãos, com sua mãe, aos quais o rei, por meio de golpes de chicote e de nervos de boi, quis obrigar a comer carne de porco, que lhes era proibida. 20Mas especialmente admirável e digna de abençoada memória foi a mãe, que, num só dia, viu morrer sete filhos, e tudo suportou valorosamente por causa da esperança que depositou no Senhor. 21Cheia de nobres sentimentos, ela exortava a cada um na língua de seus pais e, revestindo de coragem varonil sua alma de mulher, dizia-lhes: 22‘Não sei como aparecestes em minhas entranhas: não fui eu quem vos deu o espírito e a vida nem fui eu quem organizou os elementos dos vossos corpos. 23Por isso, o Criador do mundo, que formou o homem na sua origem e preside à geração de todas as coisas, ele mesmo, na sua misericórdia, vos dará de novo o espírito e a vida, pois agora vos desprezais a vós mesmos, por amor às suas leis’. 24Antíoco julgou que ela o desprezasse e suspeitou que o estivesse insultando. Como o mais novo dos irmãos ainda estivesse vivo, o rei tentava persuadi-lo. E não só com palavras, mas também com juramento, prometeu fazê-lo rico e feliz, além de torná-lo seu amigo e confiar-lhe altas funções, contanto que abandonasse as leis de seus antepassados. 25Vendo que o jovem não lhe prestava nenhuma atenção, o rei chamou a mãe e exortou-a a dar conselhos ao rapaz, para que salvasse a sua vida. 26Como ele insistisse com muitas palavras, ela concordou em persuadir o filho. 27Inclinou-se então para ele e, zombando do cruel tirano, assim falou na língua de seus pais: ‘Filho, tem compaixão de mim, que te trouxe nove meses em meu seio e por três anos te amamentei; que te criei e eduquei até a idade que tens, sempre cuidando do teu sustento. 28Eu te peço, meu filho: contempla o céu e a terra e observa tudo o que neles existe. Reconhece que não foi de coisas existentes que Deus os fez, e que também o gênero humano surgiu da mesma forma. 29Não tenhas medo desse carrasco. Pelo contrário, sê digno de teus irmãos e aceita a morte, a fim de que eu torne a receber-te com eles no tempo da misericórdia’. 30Mal tinha ela acabado de falar, o jovem declarou: ‘Que esperais? Não obedecerei às ordens do rei, mas aos mandamentos da Lei dada aos nossos pais por Moisés. 31E tu, que inventaste toda a espécie de maldades contra os hebreus, não escaparás às mãos de Deus’.

Salmo responsorial: Sl 16(17), 1.5-6.8b.15 (R. 15b)
R. Ao despertar me saciará vossa presença, ó Senhor!

1Ó Senhor, ouvi a minha justa causa, *escutai-me e atendei o meu clamor! Inclinai o vosso ouvido à minha prece, *pois não existe falsidade nos meus lábios! R.

5Os meus passos eu firmei na vossa estrada, *e por isso os meus pés não vacilaram. 6Eu vos chamo, ó meu Deus, porque me ouvis, * inclinai o vosso ouvido e escutai-me! R.

8bProtegei-me qual dos olhos a pupila *e guardai-me, à proteção de vossas asas, 15Mas eu verei, justificado, a vossa face *e ao despertar me saciará vossa presença. R.

Evangelho: Lc 19, 11-28

Naquele tempo: 11Jesus acrescentou uma parábola, porque estava perto de Jerusalém e eles pensavam que o Reino de Deus ia chegar logo. 12Então Jesus disse: ‘Um homem nobre partiu para um país distante, a fim de ser coroado rei e depois voltar. 13Chamou então dez dos seus empregados, entregou cem moedas de prata a cada um, e disse: ‘Procurai negociar até que eu volte’. 14Seus concidadãos, porém, o odiavam, e enviaram uma embaixada atrás dele, dizendo: ‘Nós não queremos que esse homem reine sobre nós’. 15Mas o homem foi coroado rei e voltou. Mandou chamar os empregados, aos quais havia dado o dinheiro, a fim de saber quanto cada um havia lucrado. 16O primeiro chegou e disse: ‘Senhor, as cem moedas renderam dez vezes mais.’ 17O homem disse: ‘Muito bem, servo bom. Como foste fiel em coisas pequenas, recebe o governo de dez cidades’. 18O segundo chegou e disse: ‘Senhor, as cem moedas renderam cinco vezes mais’. 19O homem disse também a este: ‘Recebe tu também o governo de cinco cidades’. 20Chegou o outro empregado e disse: ‘Senhor, aqui estão as tuas cem moedas que guardei num lenço, 21pois eu tinha medo de ti, porque és um homem severo. Recebes o que não deste e colhes o que não semeaste’. 22O homem disse: ‘Servo mau, eu te julgo pela tua própria boca. Tu sabias que eu sou um homem severo, que recebo o que não dei e colho o que não semeei. 23Então, porque tu não depositaste meu dinheiro no banco? Ao chegar, eu o retiraria com juros’. 24Depois disse aos que estavam aí presentes: ‘Tirai dele as cem moedas e dai-as àquele que tem mil’. 25Os presentes disseram: ‘Senhor, esse já tem mil moedas!’ 26Ele respondeu: ‘Eu vos digo: a todo aquele que já possui, será dado mais ainda; mas àquele que nada tem, será tirado até mesmo o que tem. 27E quanto a esses inimigos, que não queriam que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e matai-os na minha frente’.’ 28Jesus caminhava à frente dos discípulos, subindo para Jerusalém.

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